"[...] Muitos dos nossos bravos guerreiros foram formados em nossas escolas do Norte e aprenderam toda a vossa ciência. Mas quando eles voltavam para nós, eles eram maus corredores, ignorantes da vida da floresta e incapazes de suportarem o frio e a fome. [...] e falavam a nossa língua muito mal. Eles eram, portanto, totalmente inúteis. Não serviam como guerreiros, como caçadores ou conselheiros. Ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e, embora não possamos aceitá-la, para mostrar a nossa gratidão oferecemos aos nobres senhores de Virgínia que nos enviem alguns dos seus jovens, que lhes ensinaremos tudo o que sabemos e faremos, deles, homens".
30 de mai. de 2013
Muda-se o ponto,muda-se a vista
Fragmento da carta escrita pelos índios das Seis Nações, que foi enviada aos governantes dos Estados da Virginia e de Maryland dos Estados Unidos, vale a pena ler e refletir :)
"[...] Muitos dos nossos bravos guerreiros foram formados em nossas escolas do Norte e aprenderam toda a vossa ciência. Mas quando eles voltavam para nós, eles eram maus corredores, ignorantes da vida da floresta e incapazes de suportarem o frio e a fome. [...] e falavam a nossa língua muito mal. Eles eram, portanto, totalmente inúteis. Não serviam como guerreiros, como caçadores ou conselheiros. Ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e, embora não possamos aceitá-la, para mostrar a nossa gratidão oferecemos aos nobres senhores de Virgínia que nos enviem alguns dos seus jovens, que lhes ensinaremos tudo o que sabemos e faremos, deles, homens".
"[...] Muitos dos nossos bravos guerreiros foram formados em nossas escolas do Norte e aprenderam toda a vossa ciência. Mas quando eles voltavam para nós, eles eram maus corredores, ignorantes da vida da floresta e incapazes de suportarem o frio e a fome. [...] e falavam a nossa língua muito mal. Eles eram, portanto, totalmente inúteis. Não serviam como guerreiros, como caçadores ou conselheiros. Ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e, embora não possamos aceitá-la, para mostrar a nossa gratidão oferecemos aos nobres senhores de Virgínia que nos enviem alguns dos seus jovens, que lhes ensinaremos tudo o que sabemos e faremos, deles, homens".
11 de mai. de 2013
Me cubra de paixão
No meu cantar meu bem
É só pensar que vem
Laralará...
Me cobre mil telefonemas
Depois me cubra de paixão
Me pegue bem
Misture alma e coração ~♥
Grão de Amor - Marisa Monte e Arnaldo Antunes
2 de mai. de 2013
Cérebros atrofiados mas bundas malhadas
Hoje eu fui pra academia, e mais uma vez eu tive a certeza que não sou desse planeta...eu vejo mulheres malhando a bunda pros caras ficarem olhando, homens malhando abdômen pras mulheres se interessarem e isso é algo que não tem sentido lógico!Por que esse culto enorme por uma BUNDA???E a inteligência??Quantos livros essa pessoa que tá investindo tanto em bunda já leu?E por que se vender pra esse sistema que valoriza tanto o corpo e esquece da sabedoria?E o pior é que daí a pessoa fica com um corpo que a mídia fala que é legal e começa a namorar uma pessoa, aí quando a pessoa chega nos 50 anos, as coisas começam a cair (lei da gravidade).
Bem, aí pode preparar um belo pé no seu bumbum ex malhado, porque você vai passar a sua vida sem ninguém,ah...mas tudo bem, você nunca quis alguém pelo papo não é mesmo?
''E nas mensagens que nos chegam sem parar
Ninguém, ninguém pode notar
Estão muito ocupados pra pensar...''
http://www.youtube.com/watch?v=Qttmu53ErXc
Bem, aí pode preparar um belo pé no seu bumbum ex malhado, porque você vai passar a sua vida sem ninguém,ah...mas tudo bem, você nunca quis alguém pelo papo não é mesmo?
''E nas mensagens que nos chegam sem parar
Ninguém, ninguém pode notar
Estão muito ocupados pra pensar...''
http://www.youtube.com/watch?v=Qttmu53ErXc
28 de abr. de 2013
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
-- Carlos Drummond de Andrade
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
-- Carlos Drummond de Andrade
11 de abr. de 2013
Borboletas no estômago
Me deixe com borboletas no estômago,
me faça sentir vivo...
Quero sentir uma vontade que me puxe pra perto de você,
uma gravidade física e intelectual...
Enquanto o sol, a lua e estrelas acima de nós,
o tempo vai passando,
e o bem estar da gravidade ali,
operando na brincadeira do abraço e do beijo...
Confesso que melhor do que uma embalagem impecável
é que o seu conteúdo não esteja vencido...
Meu caro,
excite meu pênis,
mas não esqueça de excitar minha inteligência.
24 de mar. de 2013
Caos
No momento em que se pensa ter compreendido tudo, se adquire no rosto uma expressão assassina de alguma coisa. Não há como compreender tudo. No edifício do pensamento, não encontrei nenhuma categoria em que pudesse pousar a cabeça. Em compensação, que belo travesseiro é o caos. -- Emil Cioran
22 de mar. de 2013
A rara conversa saborosa
21 de mar. de 2013
E a luz continua...
Esse blog é uma luta contra uma correnteza que acredita que a Filosofia é algo chato e estático, e eu posso afirmar que não, não é.
E é por isso que eu, com muito carinho continuo esse projeto, mostrando que a Filosofia está sim em nosso cotidiano e que é possível entender os filósofos famosos sem se falar difícil, e é possível também pensarmos coisas novas, pensar além, criarmos reflexões que podem transformar nossa realidade, ter esse amor pela sabedoria, fazer Filosofia...
Muito obrigado pelas mensagens carinhosas no meu e-mail, pelos incentivos, pelos comentários aqui nas postagens, pelas sugestões, pelos que se inscrevem como leitores, enfim...por todos os que acenderam esse abajur!
O Luz de Abajur agradece e continuará iluminando, é só acender!♥
Balé
Esses condicionamentos com sentimentos, unidos aos batimentos do coração e o sangue dançando nas veias se chama vida?A melhor palavra não seria balé?:)
21 de jan. de 2013
Academia
Existem pessoas que vão pra academia malhar o corpo. E elas malham, malham, malham e malham...tudo pra ter um corpo sarado, e sabe o motivo? Porque isso é a única coisa que elas terão de bom para mostrar, falta a construção de um diálogo, a diversificação de ideias e a criticidade, mas fica o corpo sarado para que outros famintos de sabedoria possam se deliciar.
7 de jan. de 2013
Momento artístico
Desenho lindo feito pelo artista Thaccyo Alves - thaccyo@outlook.com
E é claro que eu espero que ele faça novos desenhos pro blog.
Muito obrigado! :)
3 de jan. de 2013
A casca curada e o interior doente
Vejo gente reclamando de dores exteriores e gastando com remédios, pomadas, médicos, para alcançar a cura. Mas não adianta tentar se curar pelo exterior e não curar o mais importante, que é o interior, seu espírito, alma, coração, enfim, como você queira chamar. Afinal se você cura seu interior isso vai desabrochar pro exterior. Nós somos o que comemos, pensamos, agimos e falamos, isso molda a nossa personalidade e o nosso aroma.
25 de dez. de 2012
Solidão Urbana
Com o passar dos tempos e o avanço
das tecnologias, presenciamos o surgimento de novos problemas. Como vorazes
predadores, depressões, estresses e desânimos inexplicáveis nos vigiam das
sombras, esperando o momento certo de vulnerabilidade para atacar. Entretanto,
não estou aqui para falar destes males do novo mundo. Gostaria de comentar
sobre algo que, simplesmente, “percebi”. Não posso classificá-lo como um
assunto inédito, muito menos que esta pessoa que vos escreve é o seu
descobridor e, como mérito, desejar meu nome para o batismo da “coisa” – assim
como ocorrem com as estrelas, espécies novas de animais e até pratos
culinários.
As cidades grandes acolhem milhares
ou milhões de pessoas. Todos os dias, fatalmente, nos deparamos com pessoas
estranhas: na rua, no ônibus, no trabalho ou na faculdade. Tantas almas passam
por nós e, estando tão acostumados com isso, sequer olhamos para os rostos
daqueles que nos rodeiam. Questão de segurança? Medo? Dizem que os tempos
mudam, mas isso é uma grande mentira. As pessoas mudam enquanto o mundo
permanece o mesmo.
Aqueles com idade mais avançada são a
prova viva disso. Lembro-me perfeitamente que, quando mais novo, as senhoras e
os senhores de idade me cumprimentavam na rua ou dentro do transporte público.
“Bom dia!”, “Boa tarde, como está frio, não acha?” e “Nossa, será que vai
chover hoje” era o que costumava ouvir, não apenas dos mais velhos.
É estranho estar na parada do ônibus ou na fila do caixa de supermercado, rodeado de pessoas e não ouvir algum tipo de interação. Lotações são o exemplo ideal para refletirem sobre a veracidade de meus argumentos. Pessoas sentadas e em pé. Tirando o barulho do motor, temos o Silêncio entre as pessoas desconhecidas. Talvez estejamos construindo um muro para nos isolar dos outros. Estamos provavelmente mais confortados com a distância dos celulares e redes sociais do que com o contato vivo.
É estranho estar na parada do ônibus ou na fila do caixa de supermercado, rodeado de pessoas e não ouvir algum tipo de interação. Lotações são o exemplo ideal para refletirem sobre a veracidade de meus argumentos. Pessoas sentadas e em pé. Tirando o barulho do motor, temos o Silêncio entre as pessoas desconhecidas. Talvez estejamos construindo um muro para nos isolar dos outros. Estamos provavelmente mais confortados com a distância dos celulares e redes sociais do que com o contato vivo.
Escrito por: Filipe Klimick
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